Todas as Publicações do Distrito

Seminário Distrital de Imagem Pública - Assista AQUI às Apresentações!

Estão disponíveis as apresentações efetuadas durante o Seminário Distrital de Imagem Pública realizado em 29//08/2020:   Abertura e Encerramento - Watson Travassos / Lúcia Carvalho  (7')   Imagem Pública e Campanhas - Vera Silvieri  (22')   Comunicação Interna - Mariana Fanton  (14')   Redes Sociais - Ana Carolina Ximenes  (18')   Sites do Distrito e dos Clubes - Marcelo Carvalho  (67')           Apresentações sobre o Site em vídeos curtos por tópico:           - Apresentação dos Sites do Distrito e dos Clubes (14')        - Perfis, Senhas e Acesso (7')        - Recursos do Site para Associados (7')        - Aplicativo Móvel (4')        - Cadastro de Dirigentes (3')        - Atualização de Dados do Clube (3')        - Cadastro do Conselho Diretor (3')        - Cadastro de Associados (4')        - Agenda de Eventos do Clube (2')        - Publicação de Notícias (7')        - Galerias de Fotos (3')        - Cadastro de Vídeos (2')        - Portal de Projetos (11')        - Outros Recursos e Sites (5')        - Suporte - Quem ajuda? (4')    

Assista às Apresentações do Seminário Distrital de Fundação Rotária

Assista aqui às palestras apresentadas durante o Seminário Distrital da Fundação Rotária, realizado em 22/08/2020.   Abertura e Encerramento - GD Watson Travassos (6')Nossos Números - Rui Cabral (11')EREY - Gláucio Miúra (5')Panetone - Fernando Sobrinho (5')PHS - Jaime e Jamile Souza (16')ABTRF / Leilão - Emídio Giacomelli (25')Pólio e Ações da CDFR - Claudio Takata (10')CADRE - José Carlos Honen (8')Motivação - Hiroshi Shimuta (61')Perguntas & Respostas, Participação de Marcelo Haick (9')      

Assista aqui às palestras do Seminário Distrital de DQA

Assista às palestras apresentadas durante o Seminário Distrital de DQA, realizado em 14/08/2020:   Abertura e Encerramento (5')Ronaldo Varella (13')Marcelo Vallejo Marsaioli (16')Henrique Camillo de Lellis (5')Antônio Carlos Dueñas (13')Veronica Villani e Jéssica Vaz (14')Ronaldo Ogasawara (Clubes Satélites) (11')Silvia Haick (Central de Aprendizado) (5') Perguntas e Respostas (28')    

Pílulas Rotárias - Setembro

Ronaldo Ogasawara A educação é a base de um país desenvolvido. Transformar vidas fomentando os talentos intrínsecos e gerando oportunidades.     Glaucio Miura Faça projetos novos ou reproduza ideias bem-sucedidas que contribuam à educação e igualdade nas escolas.

Como fortalecer o seu clube através dos novos tipos de associação

Por Antonio Carlos da Silva Dueñas – Rotary Club de Santos Ponta da Praia Em primeiro lugar, deve ser enfatizado que nossa organização, como organismo vivo e atuante, está sempre atenta às mudanças e se transforma, e as vezes deve se revolucionar, nas exatas palavras do  nosso fundador Paul Pearcy  Harris”: “Para tornar realidade seu destino, o Rotary deverá ser evolutivo e, em algumas ocasiões, revolucionário”. “Este é um mundo que muda; devemos estar preparados para mudar com ele. A história do Rotary terá que ser escrita muitas vezes”. E nada neste artigo é tirado da imaginação do autor, mas sim das normas de Rotary International, em especial relativo a flexibilização de reuniões e tipos de associação provenientes do Conselho de Legislação de 2016. (1) É notório em nosso meio os debates sobre as dificuldades de ser obtido um crescimento estável do quadro associativo. E a chamada “Síndrome da Porta Giratória”, termo esse que ouvi pela primeira vez do nosso estimado Governador Fernando Dias Sobrinho - do qual tive o privilégio de servir como GA (governador assistente) e participo a chamado dele desde os primórdios do ILR Instituto de Liderança Rotária(2) -, mas utilizado por vários de nossos líderes regionais. A analogia atesta a nossa eficiência em conquistar novos associados (pelos dados estatísticos na América do Sul a cada 06 (seis) anos ingressa um quadro novo de rotarianos), mas também a alta taxa de desistência/desligamento, o que nos traz um crescimento pífio ou negativo do quadro associativo a partir de 1995; ou seja, temos que solucionar a questão da retenção, pois somos ótimos em trazer novos associados! E muito se debate ainda sobre a conveniência e oportunidade da criação de novos clubes e mais recentemente da excelente ferramenta dos clubes satélites, que é perfeita para agregar um grupo com objetivo definido e se constitui um embrião de futuro clube rotário, se assim desejarem seus membros, e nunca se contrapõe ao “fortalecimento” dos clubes existentes, uma vez que o processo de admissão de novos membros é feita internamente pelo próprio clube. Não devemos perder tempo com essas discussões, pois cabem todos os tipos de associação num Rotary Club; que é uma organização de profissionais com elevados padrões éticos, servindo em prol de melhorias concretas na comunidade local objetivando a paz mundial. Tive a oportunidade no meu ano como Presidente do meu clube de apadrinhar o Rotary Club Santos Aparecida (agora com 10 anos de feliz existência!), que como bom filho foi criado e cuidado com todo zelo e carinho, oferecendo acompanhamento nos primeiros anos de vida e depois apoio irrestrito a todos os eventos até os dias presentes e sinto muito orgulho de ser associado honorário do mesmo. Acredito que não há nenhuma incompatibilidade na criação de um novo clube de Rotary, já que o novo clube terá as características e objetivos de seus membros. E essa diversidade de clubes no Rotary International nos torna grandes, fortes e imunes a quaisquer intempéries. Após esse breve intróito, como membro da Comissão Distrital do Quadro Associativo na gestão do meu irmão gêmeo em Rotary, o Governador Ronaldo Varella – que nos dá como parâmetro para a criação de novos clubes e satélites as necessidades das comunidades que esses novos clubes irão atuar -, me aprofundei no tema e desenvolvi material para apresentar na Assembleia Distrital da gestão 2020-2021 do meu amigo e companheiro de clube, o Governador Watson Travassos (ingressamos em Rotary na mesma reunião, recebendo o pin distintivo do Governador  Águia Real Samir Nakhle Khoury em 2001), em cuja gestão atuo como Coordenador de Visitas, e me preparei fazendo diversos cursos na Central de Aprendizado do My Rotary.(3) Assim me tocou o tema da Gestão de Mudanças e os Novos Tipos de Associação, abordados na Central de Aprendizado no My Rotary, recurso ao qual me dedico com afinco, participando de treinamentos, palestras, temáticas, seminários e workshops disponibilizados pelo Rotary. E por que mudar? Simples, para fortalecer e oxigenar o clube, tornando-o mais saudável, na feliz analogia do nosso Governador 2019-2020 Adriano Valente. O Rotary é feito nos clubes, que atuam presentemente nas comunidades e as transformam, portanto, vi o meu clube, após 25 (vinte e cinco) anos de existência, que sempre gravitou em torno de 25 (vinte e cinco) associados ir esmorecendo e chegando até 18 (dezoito) às vésperas da posse do nosso primeiro governador distrital! Como esse indicador demonstrava a necessidade de transformação, pois o que era um clube quase estritamente familiar (casais são associados) e de amigos íntimos (que se frequentam extra clube), mas estava envelhecendo rapidamente e com grandes projetos permanentes sustentados desde quase o nascimento do clube, não poderíamos deixar ocorrer esse declínio sem buscar saídas para tal impasse. E não sou médico, mas acredito que quem prescreve deve tomar o remédio quando necessário, e foi por isso que debati com os líderes do meu clube, e especialmente o Governador Watson e a nossa Presidente Motivadora Vera Baldo, a viabilidade de alterarmos o Regimento Interno do clube, para inovar e acolher a flexibilização preconizada pelo RI para as reuniões e os tipos de associação. Aprovada a ideia, parti para a redação do texto, pois advogado que sou já havia participado da última atualização dos estatutos e regimento interno do meu clube. Redigi uma minuta e a enviei a diversos líderes do clube e me aconselhei com outros do Distrito, já aqui mencionados. A nossa presidente levou as sugestões para a assembleia dos associados em sua primeira reunião e obtivemos a aprovação do texto, que passou a vigorar imediatamente, e assim pudemos ingressar com 10 (dez) novos associados já na segunda reunião do clube e da sua posse oficial neste ano rotário. Nosso clube sempre trabalha com a verdade no tocante aos números do quadro associativo, e, quero enfatizar que não ficamos “guardando” essa solução para “aparecer” na gestão do Governador Watson, pois tudo ocorreu como citado, vez que na última gestão já estávamos buscando a criação de um clube satélite, que é a ferramenta atual mais eficaz para o fortalecimento do quadro associativo. Enfim, esse processo de gestão de mudanças foi bem suave porque, após a aprovação da ideia, passamos a dar conhecimento a todos os membros do clube de que se tratava de uma mudança simples, prática e apenas do Regimento Interno, sem a necessidade de burocracia cartorária, e que os novos tipos de associação e reuniões iriam oxigenar o clube e o tornar mais diverso, jovem e alegre, dado que com mais associados a “festa bomba”! Não houve resistência porque em relação às reuniões ficaram mantidas as duas mensais obrigatórias no formato tradicional, e foi criada a reunião adicional e ainda regulamentada as  reuniões virtuais; que é uma realidade que veio para ficar, dado que dessa terrível pandemia do covid-19, tiramos essa lição e rapidamente nos adaptamos à nova realidade fática, para poder continuar nosso trabalho como clube e com muita alegria vimos o nome do Rotary na grande mídia e amealhamos grandes parceiros aqui no Brasil. Criamos as categorias de sócios JOVENS PROFISSIONAIS, VIRTUAIS, CORPORATIVOS e FAMILIAR, e podem ser criadas outras tantas de acordo com a necessidade local de cada clube, e cada uma delas com um tipo de mensalidade diversificada, contemplando o essencial. Importante frisar que para o RI existem apenas duas categorias de associação, a representativa e a honorária; logo, todas as criadas são categorias representativas e os sócios gozam dos mesmos direitos que os rotarianos de todo mundo. Tivemos um grande incremento nos JOVENS PROFISSIONAIS, que fazem reuniões mais descontraídas e que podem e participam das nossas reuniões tradicionais, sendo que já apresentaram um projeto muito interessante que foi aprovado pelo Conselho Diretor do clube e está sendo viabilizado. Não posso deixar de registrar que nessa categoria ingressou a minha filha do meio, que é engenheira florestal em São Sebastião do Paraíso-MG e é alumni, vez que fez parte do intercâmbio de jovens se graduando na high school em Brandon, USA, onde eu e minha esposa rotariana tivemos uma das experiências mais belas da nossa vida rotária, que foi ouvir em bom português uma música cantada pelo coral daquela escola americana, muito próxima da Little Red School da cidade americana de Wallingford, estado americano de Vermont - que visitei - onde nosso fundador Paul Harris fez seu curso primário. E com alegria registro que outros filhos de companheiros ingressaram e estão ingressando em nossas fileiras, tornando o clube família “de direito” porque de fato sempre foi! O Rotary nos proporciona uma amizade fraterna e extramuros, sendo que através do grupo de companheirismo de tênis, atualmente capitaneado mundialmente pelo Governador Marcos Franco, pude firmar grande amizade com rotarianos dos mais distantes rincões do nosso Brasil e ter amigos sul americanos, croatas e americanos, dentre outros. Por isso devemos SEMPRE convidar novos membros para nossa organização, a fim de poderem ter essas experiências de vida, nunca se perguntando se essa pessoa detém “espírito rotário”, mas sim observar apenas os requisitos objetivos do RI, de ser uma pessoa ética, profissional, reconhecida na sociedade como pessoa de bem, disposta a servir a comunidade e que arque com os custos da associação. E notem que as ferramentas disponibilizadas pelo RI, notadamente as de flexibilização aqui mencionadas, podem e devem ser usadas com parcimônia, a fim de que cada clube, observadas suas características próprias, possa adotar uma ou mais dessas medidas que certamente irão fortalecer o seu clube! Nosso Diretor do Rotary International, o Governador Mário César de Camargo, em seu excelente artigo FOCO NO PROBLEMA OU NA SOLUÇÃO? publicado na Revista Rotary Brasil (nº 1174 / Abril 2020 p. 11) disse: “Nosso modelo de clube flexível permite enquadrar esses formatos sem quebrar o Manual de Procedimento. A primeira palavra de ordem é mudança. Sem acompanhá-la, vamos sucumbir, pois nossos valores permanecem vigorosos, mas nossas práticas e estilo formal não são aceitos por muitos jovens. Aqueles clubes que resistem perecerão junto a seus supostos líderes resistentes. Os dirigentes do Rotary, aqueles que valorizam a instituição e a perenizam, focam na construção, não nos hábitos. Focam na criação, não nas formalidades. Focam no legado e não na gestão.” (g/n). O caminho do meu Rotary Club de Santos Ponta da Praia se abriu novamente, e, por mais vicissitudes que o processo de mudança traz, é sempre bom inovar e estar disposto a se reinventar, para não se tornar obsoleto e poder colher os imediatos benefícios no crescimento do quadro associativo, que passou de 18 (dezoito) para 28 (vinte e oito) companheiros e mais um ingressando já a convite de um jovem profissional, e com a média etária baixando de 62 (anos) para 50 (anos) e a participação de mulheres (que já era forte) passando a dominar com 51% (cinquenta e um por cento), além da nossa alegria de nas  reuniões tradicionais, ora apenas virtual, contar com as presenças dos velhos amigos e dos vários jovens que fizeram nosso prisma ficar mais colorido e feliz. E finalizo com as palavras do nosso simpático e carismático Presidente do Rotary International, o alemão Holger Knaack: “O Rotary é para todos: para jovens e pessoas mais velhas, para quem prefere os modelos tradicionais de clube, e também para aqueles que preferem modelos novos. Não precisamos de regras rígidas a esse respeito” Me coloco à disposição dos companheiros Presidentes Motivadores e Membros das Comissões de Desenvolvimento do Quadro Associativo dos clubes para qualquer esclarecimento ou aprofundamento dos temas aqui tratados,  porque estamos nesse limiar da grave crise mundial da pandemia do coronavírus e vamos trabalhar com o melhor da humanidade que é a SOLIDARIEDADE e trazer mais associados aos nossos clubes e formar novos clubes a fim de atender melhor nossa comunidade e o mundo, pois o Rotary nos proporciona servir com amor fraterno e leal! Antonio Carlos da Silva Dueñas – [email protected] RC Santos Ponta da Praia   Notas Explicativas 1 – Conselho de Legislação –  se reúne a cada três anos, com representação de todos os Distritos do mundo, que fazem sugestões de alteração nos estatutos do Rotary Internacional e nos seus programas. E seu clube pode enviar sugestão para o Distrito apresentar perante esse fórum qualificado e que dita os rumos da nossa organização, acolhendo as mudanças aprovadas para uso em todos os clubes. 2 – ILR – Instituto de Liderança Rotária – oferece treinamento iterativo em grupos de discussão, com a moderação de um líder experiente, que proporciona aos participantes trocar as experiências vivenciadas nos seus clubes. 3 – Central de Aprendizado – excelente ferramenta para obter noções básicas de Rotary e se aprofundar em vários assuntos, disponível no My Rotary

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